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Empresários e Prefeitura avaliam o desenvolvimento de SL

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16/08/10 - 00:00

Fortalecer a integração das entidades de classe que representam os empresários da cidade com o poder público municipal. Esse foi o principal objetivo da reunião realizada na noite de quinta-feira, dia 12 de agosto, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Sete Lagoas (ACISEL). Com a presença do presidente da ACISEL, Eduardo Rocholi, do prefeito municipal, Mário Márcio (Maroca) e do secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Flávio de Castro, o encontro buscou a discussão do desenvolvimento sustentável da cidade.
O Sindicato do Comércio Varejista (Sindicomércio), com a participação de seu presidente Idolindo José de Oliveira, e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), representada pelo diretor de promoção e eventos, Vicente Lino, também tiveram papel importante no encontro.
Eduardo Rocholi lembrou que a reunião foi uma iniciativa que surgiu de uma conversa informal com o prefeito Maroca. “Todos aqui reunidos temos o objetivo comum de trabalhar em prol da cidade. Queremos a qualidade de vida, segurança e o desenvolvimento sustentável de Sete Lagoas. Temos que trabalhar para trazer para o município o desenvolvimento nas mais diversas áreas – social, cultural, economia, meio ambiente e saúde. O empresariado tem que perceber que todos ganhamos quando fazemos dessa terra um lugar melhor para se viver”, afirmou o presidente da ACISEL.
Vicente Lino, representou a presidente da CDL, Vanessa Maciel, e explicou que não se espera um impacto significativo do shopping center no comércio. “Existe uma massa salarial na cidade que não vai se deslocar para as lojas do shopping. Um comércio não exclui o outro. Haverá uma atração maior de consumidores das cidades circunvizinhas à Sete Lagoas”.
O diretor da CDL ponderou, no entanto, que nos primeiros meses o shopping pode sim influenciar o cotidiano dos comerciantes da área central. “Claro que nos meses de outubro e dezembro, no Dia das Crianças e no Natal, o shopping será uma novidade e atrairá os setelagoanos. Mas a CDL trabalha com a perspectiva da união entre todos os lojistas da cidade”, afirmou.
O comércio informal dos camelôs foi a tônica da reclamação do presidente do Sindicomércio, Idolindo José de Oliveira. Para ele, “a presença dos camelôs é uma anarquia no centro de Sete Lagoas. E quem sofre é o comerciante que age na legalidade e paga aluguel e impostos de sua loja”. Idolindo de Oliveira lembrou o exemplo de Belo Horizonte, onde foram criados shopping populares para as barracas de ambulantes. “Porque não podemos seguir o exemplo de BH em Sete Lagoas? Costumam dar várias justificativas para o comércio informam, mas todas são errôneas e prejudiciais ao comércio da cidade”, protestou.
Formação de uma agenda objetiva – Flávio de Castro, secretário municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão, falou sobre as perspectivas de desenvolvimento urbano do município. Em sua avaliação, a cidade precisa reestabelecer uma agenda conjunta entre os vários atores sociais e que esse esforço pense o município a médio e longo prazo. “A construção de uma musculatura forte nas legislações municipais, num esforço que parta da sociedade, dará mais fôlego ao desenvolvimento de Sete Lagoas”, disse.
O secretário apontou que as relações institucionais estão enfraquecidas na cidade e que, como uma das conseqüências, há um distanciamento da máquina pública com o poder privado. “Devemos discutir qual cidade queremos e partir para a formatação de uma agenda pública que dê competitividade à Sete Lagoas. O desenvolvimento da cidade passa pela modernização da Prefeitura, a pressão do empresariado e reconstrução do arcabouço jurídico do município”, explanou Flávio de Castro.
O prefeito Maroca afirmou que privilegiou nomes gabaritados para a formação de seu secretariado. “Convoquei secretários que pudessem discutir comigo o desenvolvimento de Sete Lagoas. Tenho total confiança no crescimento de nossa cidade e de que é preciso buscar no convívio com o empresariado a organização, a discussão e o estabelecimento de objetivos desse crescimento ordenado”, disse o prefeito.
Os empresários Arísio Alves França, que presidiu a ACISEL no biênio 1988-1990, e Franco L’Abbate (2006-2010) também participaram do encontro. Franco L’Abbate apresentou aos participantes do encontro o Projeto SEI, realização da ACISEL e do UNIFEM, com o apoio da Prefeitura e do Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente, que tem o objetivo de implantar a escola em tempo integral em todas as escolas municipais de Sete Lagoas.
O reitor do Centro Universitário UNIFEMM, Antônio Bahia Filho, apregoa que a agenda desenvolvimentista da cidade deve ser, antes de tudo, objetiva. “Esse esforço conjunto tem que ter o componente do engajamento de pessoas estratégicas, que saibam estruturar os projetos para a cidade, com metas, objetivos e indicadores balizadores”.
Antônio Bahia disse também que o mercado de trabalho carece da qualificação essencial ao crescimento. As entidades públicas e privadas de Sete Lagoas têm que adotar uma visão estratégica. E, para isso, um caminho é buscar parcerias com, por exemplo, a Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) e a CNI (Confederação Nacional das Indústrias)”, finalizou o reitor.
Fonte: Assessoria da Acisel

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