ENTREVISTA - Dez minutos com o vereador Janderson Avelar

13/07/21 - 08:42

Juninho entrevista Janderson Avelar (dir.)
Juninho entrevista Janderson Avelar (dir.)

por Juninho Sinonô

Vereador, fechamos o primeiro semestre da sua gestão. Como vem sendo a sua atuação no legislativo?

Juninho, o que eu preguei na campanha, que foi: a regularização fundiária, já apresentei uma APL, a área da saúde, eu acho inadmissível... eu como engenheiro eu amo matemática. Metade do meu cérebro é para fazer conta, e para a outra é inadmissível obras e ainda ter fila na área da saúde, que seja para uma cirurgia eletiva, que seja para exame, que seja para consulta. Apresentei o “Prontuário Eletrônico”, que nada mais é que interligar. Já é uma premissa que vinha desde o presidente Lula. Aí o Temer, em 2017, criou uma lei do Governo Federal, em que todo sistema de saúde do Brasil tem que ter o seu prontuário eletrônico. Ele é interligado com o Ministério da Saúde, onde lá vai ter a sua história toda, qual foi o último remédio prescrito para você, quantas cirurgias você tem...o prontuário eletrônico em si é uma base que tem a sua vida inteira. Evita de você passar fulano na frente porque é amigo, a demora de quatro anos para uma ressonância...é inadmissível. Foi uma que eu também preguei e está aí o projeto. Terceiro: toda pessoa, não falo só do homem não, mas da mulher também, que formou o segundo grau, cadê que consegue empregar? E a experiência? “Primeiro Emprego”! Aqui dentro eu tenho dezesseis empresas que me apoiam nesse meu projeto, que é o “Primeiro Empego”. Eu já consegui colocar mais de trezentos e sessenta jovens para trabalhar. Essa reclamação que o pessoal tem por que entra prefeito e sai prefeito, entra pessoas e sai pessoas. Esse pessoal que é contratado, que tem gente há dois, três, quatro, cinco, seis, sete anos aí esperando para receber o acerto. Eu entrei com a redução do duodécimo, passando de seis para quatro por cento. E esse dinheiro que ficasse, que é claro que vai ficar com o prefeito, poderia ser usado nas cirurgias eletivas e no pagamento dos contratos.Muitas pessoas também me procuram para questionar sobre a parte da iluminação pública. Todas as cidades estão aderindo ao led. A claridade é melhor e o consumo é menor. É onde eu espero também, porque o projeto é meu, que todo empreendimento novo que vier, já venha com led. Porque senão, serão dois gastos. Aí se nós conseguimos concretizar essa troca em toda a cidade, vai repercutir na taxa que a gente paga da iluminação pública. Isso aí também é um projeto do prefeito, que ele falou isso comigo numa conversa que nós tivemos e que eu sentei para mostrar esse projeto para ele. Aí sim, vai abaixar essa taxa que a gente paga aqui. Entre outros projetos. Tem um que eu fiz com o João Evangelista, que é colocar nos pontos de ônibus placas em braile, para facilitar ao deficiente na hora que ele chegar ali. Essa pandemia veio mostrar para gente que você está conhecendo o seu eu. Na paciência, na raiva, que seja. Eu quis cercar. Há um mês atrás eu estava pensando em largar isso, porque estava atrapalhando o meu projeto social, porque a pessoa estava achando que eu tenho trabalho social para estar na política. Não, pelo contrário. 

Eu entrei na política para mostrar que tem pessoas lá que precisam da gente. 

Que sejam nesses projetos que eu falei, numa ligação de luz, numa ligação de água, tirar alguém da fila que está há quatro anos para fazer uma cirurgia, o que é inadmissível. O primeiro emprego, o deficiente também... então hoje, eu consigo falar que para mim, para o meu orgulho próprio na política, eu me dou cem por cento. Porque eu tenho muitas pessoas que também me ajudam nesses projetos sociais e uma premissa que eu peguei e falei: é com a política também que nós mudamos o mundo.

TUDO EM DEZ MINUTOS E NEM UM SEGUNDO A MAIS!


 

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