Saiu na tarde de quarta-feira, 15, na mídia nacional: “Apenas uma cidade de Minas Gerais consta na primeira versão da lista da Fifa sobre localidades que podem servir de base de treinamentos para as seleções que vão disputar a Copa do Mundo Feminina do ano que vem. O documento, fechado nessa terça-feira (14), menciona Sete Lagoas, na Região Central. O estádio que poderá servir como sede dos treinos é a Arena do Jacaré. O hotel credenciado é o Tulip Inn…” (ofator.com.br)

Graças à existência do Democrata e da Arena do Jacaré, mais a proximidade ao Aeroporto Internacional de Confins e a boa rede hoteleira, a cidade foi uma das indicadas pelo governo do estado para essa concorrência. As outras foram: Ipatinga (Vale do Aço), Juiz de Fora (Zona da Mata), Uberlândia (Triângulo), Montes Claros (Norte), Santa Luzia (Região Metropolitana) e Pouso Alegre (Sul).
Ao todo, o catálogo da Fifa apresenta 38 opções de cidades-base no Brasil para as seleções escolherem. Para montar a lista, os seus técnicos visitaram 52 localidades país afora.
Uma segunda versão do caderno de campos de treinamento, ainda sem data, poderá ampliar o rol de municípios — o que abre brecha às outras cidades indicadas pelo Executivo estadual. Mas Sete Lagoas já está escolhida e apta a receber uma delegação estrangeira em 2027, assim como na Copa masculina de 2014.
A Copa do Mundo Feminina será disputada em 10 estádios. Além do Mineirão, o Maracanã, Arena Fonte Nova (BA), Neo Química Arena (SP), Mané Garrincha (DF), Arena Castelão (CE), Beira-Rio (RS) e Arena Pernambuco (PE), de 24 de junho a 25 de julho. Em 2014, o Mineirão foi palco de seis partidas, a mais famosa, a dos 7 a 1 da Alemanha.
Em 2014 perdemos o trem da história ao não nos prepararmos para aproveitar até o “bagaço da laranja”, com a presença aqui do Uruguai, uma das seleções que tradicionalmente mais atraem as atenções da imprensa mundial. Nenhum evento, nenhuma promoção, nenhum trabalho para que fosse ofertada uma gama de serviços e atrativos que enchesse a cidade de turistas e investidores com seus dólares, euros, ienes (Japão) yuans (China), dinares (kuwaitianos) e tantas outras moedas.
Entidades privadas, prefeitura, empresários, políticos e empreendedores em geral, comecem a se mexer. O tempo passa rápido.





