por Dmtrius Cotta
É muito potente ver como a união entre a comunidade, artistas locais e o Hub Arte Daqui transformou um espaço que estava esquecido há mais de três anos em um polo vibrante de cultura, turismo e preservação em Sete Lagoas. Abaixo, detalho como os registros visuais traduzem perfeitamente o sucesso desse processo de ressignificação propiciado pelo CCIM (Complexo Cultural Ilha do Milito):

Espaços de Exposição e Identidade Visual
Os núcleos internos trazem uma atmosfera acolhedora e profissional para a valorização dos artistas da terra:
As imagens mostram a Ínsula Galeria de Arte e a Ilha Collab – Loja Colaborativa por dentro. Os painéis escuros criam um contraste elegante com os trabalhos têxteis coloridos e geométricos, criados pela artista Deible de Freitas, enquanto o mobiliário convida o visitante a contemplar as obras. Além disso, as grandes janelas de vidro integram a galeria à paisagem externa da lagoa.

Movimentação, Música e Comunidade
A resposta do público e a geração de renda através do fluxo turístico ficam evidentes nas atividades externas e noturnas: já em outras fotos registra-se uma apresentação musical ao vivo, onde artistas locais se apresentam em um ambiente cercado por varais de caricaturas ilustradas, mostrando a pluralidade de nichos artísticos que o CCIM abraça.

Pertencimento e Encontro
As imagens ainda registram o real impacto social da iniciativa. O público de diferentes gerações reunido no pátio externo mostra que a Ilha do Milito voltou a ser um espaço de convivência seguro, vivo e de todos.
Atingir a marca de mais de 1.080 pessoas em apenas 3 meses — revertendo um cenário de total abandono — comprova que a valorização do patrimônio cultural é um motor real para o turismo e para a economia criativa local.
Com apoio institucional da Prefeitura e Secretaria Municipal de Cultura, essa ação aporta em boa hora na ilha do Milito convertendo-a no CCIM – Complexo Cultural Ilha do Milito.





