Agora as atenções à seleção brasileira ficam para o dia 18 de maio, quando sai a lista final de quem vai disputar a Copa. Hoje, Neymar estaria fora, com toda razão. Dentre todas as especulações dos companheiros jornalistas que mais admiro, fico com a previsão do gaúcho Sergio Xavier Filho, do Sportv. Com Endrick, claro, ao invés de Paquetá.

@sxavierfilho: “Palpite 25 + 1 de Ancelotti Alisson, Bento, Ederson Wesley, Danilo, A. Sandro, Douglas, Ibañez Militão, G Magalhães, Marquinhos, Bremer, Casemiro, Bruno G, Fabinho, Andrey, Danilo Vini Jr, JP, Matheus Cunha Estevão, Raphinha, L. Henrique Martinelli, Igor Thiago + Paquetá ou Endrick”
E para mim, Bento merece ser o goleiro titular.
Thiago do Cruzeiro
A imprensa, os clubes e as assessorias dos jogadores deveriam chegar a um acordo antes de divulgar oficialmente as escalações de treinos e principalmente jogos. Contra o Flamengo, pelo Brasileiro apareceu um “Neyzer” no Cruzeiro, que pouca gente sabia de quem se tratava. Até que alguém disse: “é o Villareal”, nome composto do colombiano de 20 anos de idade. Putz!
Contra a Croácia, Ancelotti aciona “Igor Thiago”. Uai, parece com o Thiago, ex-Cruzeiro!!! Sim, é ele mesmo, só que na Raposa era conhecido só como Thiago. Ah, bom!
Nascido em Gama/Brasília, veio pra base do Cruzeiro em 2018, vendido para um time da Bulgária em 2020, depois pro Brugges, da Bélgica e depois pro Brentford, da Inglaterra, onde está muito bem. Tem 24 anos de idade.
Muito bom
Aliás, muita gente reclamou que o Ancelotti mandou o Thiago bater o pênalti contra a Croácia, ao invés do Endrick. O técnico, que sabe o que faz, e tem ciência do seu poder e sua responsabilidade explicou o motivo: “O batedor principal de pênaltis é o Matheus Cunha e, na falta dele, Igor Thiago, que nos últimos nove pênaltis cobrados, converteu oito e perdeu um”.
Precisa dizer mais alguma coisa?
Uma pena!
A Itália fica fora da Copa pela terceira vez consecutiva, mas, com Gatusso como treinador, ia querer o quê?
E um alerta que vale para o Brasil: com a permissão de tantos estrangeiros como titulares ao mesmo tempo em seus clubes, os jogadores nativos perderam espaço e na hora de montar a seleção, faltam jogadores de qualidade.
Que legal!
Por outro lado, que ótimo ver uma Bósnia e Herzegovina, disputando sua segunda Copa do Mundo desde a independência do país. Povo tão massacrado por uma das guerras mais terríveis da história.
Assim como é bom demais ver países como o Iraque, Irã e Haiti, que têm passado por tantas tristezas em função de guerras e terremotos. Pelo menos um pouco de alegria durante algumas semanas, graças ao futebol.
Também muito bom ver países que não pertencem normalmente ao “mapa mundi” da bola, como Curaçao, Jordânia, Cabo Verde e Uzbequistão. O Congo já disputou uma Copa, em 1974, quando o país se chamava Zaire.
Terminada a “Data FIFA”
Recomeça o Brasileiro e a necessidade de os nossos clubes justificarem a força de suas camisas: o Cruzeiro precisando sair da zona do rebaixamento, ocupando uma inaceitável lanterna; o Atlético perto demais da zona e o América estreando mal na Série B.
Crença nos técnicos
Acredito na reação dos três, que agora têm treinadores confiáveis. Mas não fazem milagres e cada situação é distinta. Não é possível que este elenco do Cruzeiro não vá funcionar com o Artur Jorge, para brigar ainda por uma das cinco primeiras posições.
Não tenho a mesma certeza do time do Atlético, que vai exigir toda a criatividade e competência do Eduardo Dominguez para chegar na metade de cima da tabela de classificação. Missão mais difícil é a do Alberto Valentim, que tem concorrentes fortes demais por uma das quatro vagas da Série A 2027, e um elenco bem limitado.
E lá se foi o Breno!
No corre-corre diário, só há poucos dias fiquei sabendo da morte do Breno Costa Pontes, em 10 de janeiro. Filho do saudoso Edson “Espadão”, grande pecuarista da região, vereador em Sete Lagoas, e da querida D. Neusa. Irmão do grande amigo Paulinho Roberto Costa Pontes, que mora há bastante tempo em Brasília.
Ele faria 62 anos no dia 23 de março. Morreu de infarto fulminante. “Deixou uma filha, uma neta, irmãos e sobrinhos que o amam muito — e por ele eram igualmente queridos. Breno não foi alguém que apenas passou pela vida — ele viveu intensamente tudo o que pôde”, definiu bem o irmão Paulinho.
Meus sentimentos à toda família e que o Breno descanse em paz!
Breno em dois momentos: à direita, com a mãe, Neusa de Oliveira Costa Pontes e o irmão Paulinho, e na infância.


Grande Parada
Quem abastece, lancha, almoça ou lava as suas roupas no Posto Grande Parada Shell, do KM 496 da BR-040 (quase na metade do caminho para Belo Horizonte), encontra uma equipe de serviços nota 10, de gente como a Rose (esq.), Elizabeth e Camila, sempre com um sorriso, gentileza e competência. Atendimento 24 horas.

Kiki e Marilene
Com que prazer me reencontrei com esse grande amigo, João Antônio Lanza “Kiki” e a esposa Marilene, em Belo Horizonte. Sete-lagoano de uma das famílias mais tradicionais e importantes no desenvolvimento inicial da cidade, ele é neto de Alexandre Lanza, nome de uma das nossas praças mais famosas. Figura importante dos bons tempos do Banco Agrimisa, e outros, como o Banco do Progresso, Kiki se mudou para a capital nos anos 1970 e vem a Sete Lagoas para rever familiares.

Me presenteou com um exemplar raro da edição de 13 de março de 1961, do jornal O Diário, de BH, que infelizmente não existe mais. Uma edição comemorativa da inauguração de Brasília, com destaque exclusivo para Sete Lagoas, que era a cidade que mais crescia na BR-040 no trecho de Belo Horizonte até a nova capital do país.
Fui ao apartamento deles buscar este presente, que certamente será muito mostrado nas seções do Sete Dias, que cuidam da memória da nossa região.
Ecos do Passado

No Retalhos do Passado/facebook, o José Marcos Gonçalves postou esta bela homenagem da Luciana Moreira, ao pai dela, Ênio Heleno José da Silva, que comandava o time da Scânia no Clube Náutico do fim dos anos 1980 e posou pra essa foto antes de jogo contra o Dilom, time do Dirceu Lopes. Vejam o nível da bola que rolava no Náutico naqueles tempos: a partir da esquerda, Zé Carlos (campeão da Libertadores com o Cruzeiro em 1976), Paulinho Maciel, Paulo Isidoro (seleção brasileira na Copa da Espanha 1982), Dirceu Lopes (que segundo o fenomenal Garrincha, foi o maior camisa 10 que ele viu jogar), Piazza (tri-campeão no México 1970, com a melhor seleção brasileira de todos os tempos), Ênio Heleno e Paredão.
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