Em um vídeo publicado nas redes sociais da Turi, o seu diretor Rogério Constantino apresentou as dificuldades vividas pelas empresa no transporte público em Sete Lagoas. Ainda na tarde desta segunda (27) a viação confirmou que não tem combustível para abastecer os carros; os funcionários que deveriam receber o vale-alimentação programado para sábado (25) ficaram sem o crédito.

No vídeo, Rogério Constantino apresenta que há um déficit de R$ 1,8 milhões por mês por conta do desequilíbrio que existe no contrato de concessão do transporte público presente na Câmara de Compensação Tarifária (CCT). Nisso, ele aponta que o subsídio seria uma das soluções para manter as operações funcionando de forma estável.
Constantino relata que a Turi não deve valores à Cooperseltta, que também participa do sistema do transporte público em Sete Lagoas, que estaria cobrando um valor “inexistente” na Justiça – o diretor aponta que a cooperativa não arcaria com o déficit na CCT, argumentando que os custos de operação dela são mais baixos que da empresa.
A declaração da diretoria da empresa veio após a informação de uma nova paralisação na empresa – desta vez, causada por falta de dinheiro. Em nota emitida ainda nesta tarde (27), a Turi afirma que a intervenção feita pela Prefeitura de Sete Lagoas não teria quitado dívidas existentes no período. O SETE DIAS solicitou ao município resposta sobre as alegações da empresa e aguarda retorno.





