
A diretoria do América deveria renunciar e chamar todo mundo que possa ajudar a evitar o rebaixamento, inclusive os coirmãos, Atlético e Cruzeiro!
Há muitos anos o clube não se encontrava em situação tão ruim, perto do fundo do poço. Parece que está à deriva. Para saber o nome do presidente é preciso recorrer ao Google. Diretor de futebol? Tem?
Num dia como o dia, 11 de maio de 2026, depois de um 4 a 0 do Náutico, atolado com a lanterna da Série B na mão, a sete pontos do primeiro da zona do rebaixamento (Cuiabá), o mínimo que os atuais comandantes deveriam fazer é convocar uma entrevista coletiva, renunciar e chamar todos os americanos, antigos e novos, mais Atlético e Cruzeiro, para iniciar uma operação salvação, para evitar o rebaixamento, que caso ocorra, colocará em risco a sobrevivência do próprio Coelho.
Sobrevivência
Vários torcedores têm sugerido que Atlético e Cruzeiro socorram o América. Certamente ambos têm jogadores não utilizados no momento, que seriam úteis demais ao Coelho. Porém, é preciso que a diretoria do América seja humilde e peça socorro. Neste momento, toda vaidade e até arrogância de muitos da cúpula precisam ser deixadas de lado. É a sobrevivência do clube que está em jogo.
Sete Lagoas no Guidão
De uns anos pra cá o ciclismo se tornou uma prática crescente entre sete-lagoanos de todas as idades e em todas as categorias. Diariamente, mas principalmente fins de semana, a área urbana, estradas e trilhas da Serra de Santa Helena, bairros da zona rural e cidades vizinhas ficam cheios de pequenos e grandes grupos de ciclistas e seus equipamentos e bicicletas de todos os tipos.
Um dos entusiastas da prática é o Starley George, da Starbike Bicicletaria, que a nosso convite ocupará espaço no www.setedias.com.br e em nossas redes sociais, com fotos, notícias e comentários sobre o assunto.
Bar do Antônio

Quem quiser conhecer um bar legítimo, das antigas, raiz de verdade, a começar pelo dono, que está lá no mesmo lugar há 52 anos, aí está: o do Antônio, na esquina das ruas Benedito Valadares e João de Paula França, no Bairro Santa Luzia, quase Centro, quase Canaã.
De acordo com o próprio Antônio, era ali que a cidade “acabava”, há uns 40 anos. “De lá pra frente, a estrada (que hoje é a rua Cachoeira da Prata), seguia para o Vagalume (Bairro Eldorado) e pra Brasília”.
No Antônio você vai se encontrar com gente nova, gente velha e meia idade, contando histórias da cidade e da vida. Verá fotos emolduradas, pregadas na parede, de grandes times da história do Democrata, Bela Vista, Atlético, Cruzeiro e Botafogo.
Poderá tomar “aperitivos”, (Campari, Vodka, Dreher, Bacardi, Cinzano, Montilla, Cortezano, Jurubeba e etc…), cachaças tradicionais, da roça e até algumas novas, cerveja geladinha, enfim. Sem tira gosto, pois o bar é das antigas mesmo. No máximo pacotinhos de batatas, porque lá é meio mercearia também, concorrente de uma loja Epa, que fica pertinho.
Além do Antônio, você poderá prosear com ex-grandes jogadores do nosso futebol, que sempre passam lá; alguns até vizinhos, como o goleiro Careca.

O atacante Edmilson (foto), ex-Huracan, um dos melhores do futebol de salão do Brasil.

Aberto de segunda a segunda, faça chuva, faça sol, frio ou calor, inclusive nos feriados, e “dias santos”, de manhã até o último freguês.

Entre caixas de cerveja, balcão, galões d’água e freezers, todo mundo se acomoda bem no Antônio, como o Vitão (esq.), o vizinho Osmar (7Lagos barbearia e prótese capilar, Benedito Valadares, 339), eu, Antônio e o Careca).
Uma cidade que pedala
A partir de hoje, a coluna do Starley George poderá ser acessada no SETE DIAS digital e o convite está feito a todos que gostam do assunto para enviarem fotos, vídeos e notícias para o colunista.
“Sete Lagoas sempre foi conhecida por suas sete lagoas e pela imponência da Serra de Santa Helena. Mas, nos últimos anos, um novo elemento passou a colorir nossas manhãs de sol e nossas noites de lua cheia: o colorido das camisas de ciclismo e o brilho dos refletores nas trilhas e avenidas”., diz Starley George, que prossegue: “Pedalar em nossa cidade deixou de ser apenas um meio de transporte ou um hobby isolado para se tornar um movimento social. Seja no asfalto em volta da Lagoa Paulino e Lagoa Boa Vista, ou vencendo os desafios técnicos do Mountain Bike nas trilhas do entorno, como a ida à Fazenda Velha, à Silva Xavier ou subir a Serra. O ciclismo em Sete Lagoas respira saúde e, acima de tudo, amizade.”, finaliza o nosso novo colunista, que convida para o www.setedias.com.br a partir de hoje.

“O próximo destino começa agora, a cada pedalada. Nos vemos na trilha!”: Starley George

ECOS DO PASSADO

Nos anos 1970, Leo Metralha e o saudoso Severino, um dos mecânicos mais queridos da cidade, funcionário do também saudoso Cleto Verdolin em sua oficina. A foto foi na residência do pai do Leo, Dr. Ildeu Garcia, e enviada por ele ao Promotor de Justiça aposentado, em Montes Claros, Dr. Fernando Torres Lima, que foi estagiário do Dr. Ildeu.





