Coluna Católica – Festa do Santíssimo Sacramento

“Eu sou o pão da vida – eu sou o corpo de Cristo”

Nos dias 27/04 a 04/06 vivemos a intensidade da FESTA DO SANTISSIMO SACRAMENTO, em JEQTUITIBÁ. Na escuta atenta da PALAVRA, que se fez meditação-reflexão-oração-adoração e eucaristia, festa da vida nas casas e no templo, que se dá solidariedade, partilha onde todos somos irmãs e irmãos. 

Céu e terra se beijaram na fusão da humanidade e divindade. Espalhou-se por toda terra a sagrada “RUAH”, que nos coloca a caminho, quebra os medos, faz abrir as portas e anunciar o Reino, os católicos dizem: “Eu Sou o Pão da vida”, Nós somos “O Corpo de Cristo.”

Na fragilidade do pão, JESUS SAI ÀS RUAS, para nos visitar e faz CAMINHO.

Abrimos o nosso caminho com a bandeira indicando: TEMPO DO SANTISSIMO SACRAMENTO. Vinde Adoremos! Os evangelhos nos provocaram no Caminho, ora com a pergunta de Pedro: “E nós o que ganhamos com isso?”.  Ou com as respostas de Jesus: “O triplo de irmãs e irmãos, pais e mães, casas, além de preocupações e perseguições por causa do evangelho do Reino. 

Às 05h30 mim, estávamos a cantar: “Estes lábios meus vem abrir, Senhor, cante esta minha boca o seu louvor”. Enquanto caminhava, dois discípulos (todos nós) queriam, um sentar à direita e à esquerda de Jesus. O desejo de poder e grandeza impregna a todos nós. Jesus diz: “Os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam” e conclui: entre vocês não deve ser assim. Sejam os servidores dos últimos. Continuamos o caminho com nossas imprecisões.

Rumo a casa da Cida, Gislene, Leninha, Raílda, dona Cota, Marlene, Aparecida e Adriana tomamos café, pedindo de Deus a benção sobre a casa, a família e os alimentos, sempre precedido por: “Senhor daí pão a quem tem fome e fome de justiça a quem tem pão.”  Experimentamos na gratuidade da casa em família fizemos eucaristia.

Assim, estivemos a caminho nestes dias recebendo um ensinamento de JESUS: um dia foi o cego, à beira do caminho, que tornou seu discípulo, num salto, deixando o seu manto seguiu a JESUS pelo Caminho. Noutro no templo, derruba a mesa dos cambistas, pois tinham feito da Casa do Senhor, um antro de ladrões. Não expulsou não foram as prostitutas, mas quem explorava em nome de Deus.

Chegamos a compreensão de uma comunidade de irmãos e irmãs na igualdade do povo de Deus.

Corpo de Cristo que deixa o sacrário e vem para o nosso meio: Eu sou o corpo de Cristo.