Conduta de outro profissional envolvido na morte de paciente liberada da UPA de Sete Lagoas é investigada

Em novo comunicado emitido na tarde desta quarta-feira (28), a Prefeitura de Sete Lagoas afirma que, durante a apuração do caso da morte de uma paciente de 71 anos que foi liberada por um diagnóstico errado da UPA Dr. Juvenal Paiva, novos elementos foram encontrados sobre o caso e que mais um profissional envolvido poderá ser desligado.

Terezinha Nunes tinha 71 anos / Foto: reprodução redes sociais
Terezinha Nunes tinha 71 anos / Foto: reprodução redes sociais

Na nota, o município reforça que ainda apura “rigorosamente” a situação, e que irá tomar medidas cabíveis a todos aqueles que tiveram “conduta venha a ser considerada inadequada, respeitados os procedimentos legais aplicáveis” (veja nota abaixo):

A Prefeitura de Sete Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que, no decorrer da apuração dos fatos relacionados ao atendimento da paciente que veio a óbito, foram identificados novos elementos que demandaram a adoção de outras providências administrativas, incluindo o possível desligamento de mais um profissional envolvido no atendimento.

A Administração Municipal seguirá apurando rigorosamente as circunstâncias do caso, com o objetivo de esclarecer os fatos e identificar eventuais responsabilidades, adotando as medidas cabíveis em relação a todos os profissionais cuja conduta venha a ser considerada inadequada, respeitados os procedimentos legais aplicáveis.

A Prefeitura reitera sua solidariedade aos familiares e reafirma seu compromisso com a transparência, a segurança dos pacientes e a qualidade da assistência prestada à população

PREFEITURA DE SETE LAGOAS

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

Morte de paciente

Terezinha Nunes Fonseca da Silva morreu nesta quarta-feira após ter ido à unidade de saúde e ter recebido um diagnóstico de infecção urinária. Seus familiares apontaram que os profissionais a liberaram e que ela morreu pouco tempo depois de ter recebido alta. A princípio, a idosa teria sofrido um infarto.

Em primeiro comunicado feito ainda pela manhã, a administração afirma que já havia demitido um profissional envolvido no caso.

O SETE DIAS procurou a Polícia Civil sobre o caso, que informou ainda não ter sido acionada para apuração. A reportagem também buscou aos familiares de Terezinha, e também aguarda retorno.