Chico Maia – Coletivamente o Brasil deixou a desejar na estreia da Copa 2026

Sabia-se que este seria o jogo mais difícil dessa primeira fase da Copa.

No primeiro tempo, parecia que a seleção do Marrocos era a brasileira dos bons tempos. Pressionava mais, não errava passes, mais jogadores se destacando individualmente e um time muito bem treinado e organizado.

Abriu o placar aos 21 (Saibari) e continuou pressionado.

Na categoria individual o Brasil empatou aos 32, com Vinir Jr., mas não teve força para virar a partida. A partir dos 35 minutos do segundo tempo a seleção marroquina se mostrou cansada e nem assim a seleção do Ancelotti conseguiu tirar proveito.

O Brasil tem um time bom do meio pra frente, mas o sistema defensivo é vacilante, nada confiável.

Público no estádio NJ/NY: 80.663 e apesar da forçada de barra de boa parte da imprensa pra dizer que aquele movimento verde e amarelo se compararia à torcida argentina, não foi isso que se viu. Fez diferença nenhuma. 

A propósito, a tribuna de imprensa do estádio é maravilhosa, mas para uma peça de teatro ou coisas tais. Ar condicionado, tudo muito ajeitadinho, mas isolado do calor do jogo e do público. Além do mais, tem essas barras de alumínio na frente, que atrapalham a visão plena do jogo.

Prazer reencontrar o Josias Pereira, ex-companheiro dos jornais O Tempo e Super Notícia

Com a camisa do nosso Democrata Jacaré, com a qual fui homenageado pelo clube em 2025

Pena que o Jacaré perdeu em casa para o Valeriodoce, 2 a 1, na luta pelo acesso à primeira divisão 2027. Um tropeço, já que o time começou com duas vitórias em dois jogos.

A FIFA inventou uma nova forma para os times perfilarem para os hinos. Para mim, piorou. À beira do gramado era mais interessante.