CHICO MAIA – Artesamalt 20 anos

Imperdível, neste sábado, dia 7, a festa comemorativa dos 20 anos da cerveja Artesamalt, no Mercado San Pietro. Serão sete horas de Open Bar, sete horas de Open Food, com Shows das bandas Tubarão Vermelho, No Label e DNA Brasileiro (do George Machado). Ingressos com valor exclusivo, que podem ser adquiridos via PIX ou cartão de crédito, por meio do whatsApp (31) 99605-1512. Mais informações www.instagram.com/artesamalt

Jogo da volta

O Grêmio se superou em casa e fez 2 a 0 no Atlético, na primeira da semifinal do Brasileiro. O Atlético tem plenas condições de reverter este placar no jogo da volta, na Arena em Belo Horizonte, neste sábado, às 18 horas. Já passou por situações piores, contra adversários muito mais fortes que o Grêmio naqueles tempos, como Corinthians, Flamengo e Cruzeiro.

Também precisa manter o respeito pelo adversário. Depois da derrota em Porto Alegre, o lateral Renan Lodi foi mal numa frase, que está servindo de combustível para o técnico Renato Gaúcho motivar seus jogadores: “Desculpa falar, mas o jogo deles só é Weverton e Carlos Vinícius, Carlos Vinícius e Weverton”, afirmou.

E vale lembrar que “com Lyanco em campo, não tem placar em branco”.

Barba, o “suscinto”!

Há repórteres que esticam tanto a pergunta que eles mesmos já dão a resposta. A maioria dos entrevistados responde novamente. Depois da derrota para o Grêmio, Eduardo Dominguez fez diferente: apenas concordou com o próprio repórter Lucas Goulart, postou em seu twitter @Lucasgoulart22: “Após a derrota do Atlético-MG no jogo de ida da Copa do Brasil para o Grêmio, questionei o Eduardo Dominguez sobre a importância de ter um parceiro para o Cuello no lado direito e a presença do centroavante para o jogo de volta da semifinal. (a resposta foi um pouco inusitada).”

A resposta foi: “Sim, concordo com você”!

Em busca de espaço

Muito justa a bela recepção e grande festa que o Cruzeiro e a torcida fizeram para o time feminino, campeão da Libertadores. Além do feriado de finados a segunda-feira em Belo Horizonte foi marcada pela carreata e festa no ginásio do Barro Preto das campeãs.

E que conquista, em cima do Corinthians, o maior protagonista da modalidade no país, numa virada espetacular, que levou a disputa para os pênaltis.  

Lamentável é que a CONMEBOL faz, com o futebol feminino, a mesma besteira de realizar uma decisão dessas em partida única e em país neutro. Uma modalidade que precisa cativar o grande público, perdeu ótima oportunidade de atrair multidões para o Mineirão e Itaquerão, numa final lá e cá, envolvendo duas das maiores torcidas do país.

Decisão em Quito/Equador, estádio com pouca gente. Pelas imagens da TV, quase vazio. A CONMEBOL divulgou que havia 23.798 pessoas, possivelmente muitas cortesias.

A premiação pelo título é de US$ 2,05 milhões (em torno de R$ 11,1 milhões), que segundo o presidente Pedro Lourenço, a metade será distribuída entre as jogadoras, comissão técnica e funcionários do departamento.

Morte quase no gramado

Uma tragédia essa de terça-feira, quando o Tenerife comunicou a morte do seu atacante que se chocou com goleiro do Andorra, pela segunda divisão da Espanha.

Vi e revi o lance várias vezes para escrever a respeito. A intenção do goleiro era tirar a bola com a cabeça, já que estava fora da área. Quis se antecipar ao atacante Jesús de Miguel Alameda, que tinha 30 anos de idade. Porém, na velocidade de ambos e em sentido contrário, o choque foi forte demais e infelizmente a tragédia se consumou. 

O goleiro Owono tem 25 anos, é natural da Guiné Equatorial, inclusive titular da seleção que foi eliminada pela Tunísia nas eliminatórias da Copa do Mundo 2026. Pela imagem, nota-se que ele entrou em pânico, quando viu que o colega de profissão tinha ficado desacordado depois do lance. 

O jogo foi interrompido e o placar estava em 2 a 2.

Consequências

Qualquer morte mexe demais com as pessoas. Quando ocorre no futebol, mais ainda. O mundo lamenta e se solidariza com a família, amigos e fãs do Jesús Miguel, inclusive o goleiro Owono, que está arrasado e também nunca vai superar este trauma. Na internet, muita gente lembrou de lances semelhantes, como o do alemão Neuer com o argentino Higuaín, aos 10 minutos do segundo tempo, na final da Copa de 2014, no Maracanã. Com essas observações, com as quais concordo: “… Entendo a gravidade, os nervos e a tensão, mas Owono não é um assassino… É uma ação fortuita, não é a última nem a primeira vez que acontece um choque assim…” Nesse lance, o árbitro italiano Nicola Rizzoli, apitou falta do atacante argentino.

Erros fatais

Determinados erros no futebol, dentro e fora das quatro linhas, transformam a vida dos envolvidos num inferno. Rodrigo Moledo que o diga! Ele está com 39 anos de idade. Nem quando mais jovem era um zagueiro dos sonhos de qualquer torcida.

Segunda-feira cometeu um pênalti contra o Internacional (onde ele jogou de 2018 a 2023), em jogo decisivo para as pretensões gaúchas (38 pontos) e do Coritiba (42) contra o rebaixamento. O jogo terminou em 1 a 0 para o Colorado.

A torcida Império Alviverde soltou uma dura nota depois da partida, cuja frase final é “Exigimos a saída imediata de Moledo do clube!”. Para a sorte dele as bets estão suspensas. Não fosse isso, esta partida estaria na mira das devidas investigações.

Lamentável

Torcedor fica se matando pelo time do coração e nem sonha o que muitos dos seus ídolos aprontam. O pênalti cometido pelo zagueiro Moledo, que deu a vitória ao Internacional, nos últimos minutos contra o Coritiba continua dando o que falar.

Na rivalidade gaúcha na luta contra o rebaixamento, o canal gremista JAVA.TRICOLOR @rdtricolor10 resgatou um corte de entrevista do Rafael Sobis ao Duda Garbi no YouTube, em que ele conta que, em 2016, tirou o pé, fez corpo mole jogando pelo Cruzeiro contra o Internacional, de suas raízes e onde jogou por seis anos, em três oportunidades. Caso o Cruzeiro vencesse, o Colorado poderia ter sido rebaixado.

Péssima notícia

Para o futebol mineiro e brasileiro: o Valeriodoce deverá encerrar as suas atividades este ano e o anúncio oficial poderá ser no dia de seu aniversário de 84 anos: próximo dia 22.

Receitas insuficientes para cobrir as despesas, dívidas incontornáveis com três ex-presidentes, Eduardo Maluf (ex-diretor do Atlético e Cruzeiro), falecido em 2017; Luiz Precata e Luzardo Drumond, além de trabalhistas e outras, podem decretar o fim de um dos times mais tradicionais e emblemáticos do interior mineiro. No próximo dia 22, uma assembleia geral reunindo conselheiros e associados poderá marcar o fim de uma história iniciada no dia 22 de novembro de 1942.

As informações me foram passadas pelo jornalista Marcos Caldeira, editor do tradicional jornal dO TREM Itabirano, depois de conversa que ele teve com o presidente Jader Magalhães, que está extremamente chateado com a situação, pois em princípio, não vê outra saída que não seja o encerramento das atividades.

Quase subiu este ano

Interessante é que depois de um período de decadência, rebaixado para a terceira divisão estadual e até paralisação do futebol profissional, o Valeriodoce passou por um momento de recuperação e quase retornou à elite do nosso futebol. Este ano, por exemplo, fez a segunda melhor campanha da primeira fase do Mineiro Módulo II e foi eliminado nas quartas de final pelo Villa Nova, que foi o campeão, derrotando o nosso Democrata, que foi o vice.

O começo do fim

Os problemas do Valério começaram em 1998, com a privatização da Cia. Vale do Rio Doce, que era a sua principal fonte de sustentação. Em 2010 a situação se agravou e de 2019 a 2022 o “Dragão” se licenciou na Federação Mineira de Futebol. Retornou em 2023, quando foi vice-campeão da terceira divisão (chamada de segunda), e a partir de 2024 disputa o Módulo II, que na realidade é a segundona.

Em foto do Átila Kassius, da Fluxo Press, Paulinho Guará (direita), que comandou o Valeriodoce na excelente campanha no Mineiro do Módulo II deste ano, cumprimenta Coelho, ex-lateral do Atlético e Corinthians, que foi o técnico do Jacaré na primeira fase do campeonato.

No tradicionalíssimo Bar do Antônio (esquina de Benedito Valadares com João de Paula França), Brechó, um dos grandes laterais direitos do futebol de Sete Lagoas, curtindo o Sete Dias.
O dono do bar, Antônio (direita) e Serginho Paiva (Galo).
Com os seus 86 anos bem vividos, Serginho é uma memória privilegiada da história da cidade. Grande fonte de consulta sobre o nosso futebol, política e o crescimento do comércio, indústria e urbanismo de Sete Lagoas

Ecos do Passado

Do meu começo como repórter na Rádio Cultura de Sete Lagoas, um timaço do América do Papavento, em 1976.

A partir da esquerda, Tuinho Marambaia, Biotônico, Ciso, Carlos Alberto, Marcão e Edson. Agachados, João Bispo, Bolota, Celso (acho; se não for, que me corrijam por favor), Bregola e Moisés.

Do acervo do Dú Barrela, já postada na página Retalhos do Passado no facebook.