SEM RESERVA – SETE-LAGOANO NO GOVERNO I

André Abreu Reis

André Abreu Reis nasceu em Curvelo, mas veio com os pais e irmãos para Sete Lagoas nos primeiros meses de vida. Está com 46 anos de idade, foi Secretário adjunto e depois Secretário de Planejamento do governo Antônio Anastasia; assumiu a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão da Prefeitura de Belo Horizonte em 2017; foi professor de orçamento público por sete anos na Escola de Governo da Fundação João Pinheiro e professor convidado em inúmeras instituições.

Um dos primeiros nomes convidados pelo governador eleito, Cleitinho Azevedo, para a equipe de transição do governo.

SETE-LAGOANO NO GOVERNO II

Mestre em Administração Pública pela Escola de Governo da Fundação João Pinheiro, André Abreu Reis é servidor de carreira do Governo de Minas desde 2002. Cedido à Prefeitura de Belo Horizonte em 2017, a pedido do então prefeito Alexandre Kalil, foi mantido no cargo de Secretário de Planejamento e Gestão pelo sucessor Fuad Noman e depois pelo atual prefeito da Capital, Álvaro Damião, como Secretário Municipal de Política Urbana e atualmente Secretário Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos.  

SETE-LAGOANO NO GOVERNO III

André Reis é filho do saudoso André Luiz de Paiva Reis e Tânia Lúcia Abreu Reis. Irmão do jornalista Gustavo Abreu (Zubreu) e do empresário Guilherme Reis (Guil, da Facilita Seguros). Quando criança morava com os pais rua Paulo Frontin, no Centro, atrás do colégio Dom Silvério, onde a mãe, Tânia, ainda reside. Conhecido também por ser neto de Geraldo Abreu e Lúcia Pereira Rocha e afilhado de batismo de Geraldo Celso Abreu, o “Celso de Lia, do Banco do Brasil”. Estudou no Instituto Pássaro Azul (aluno de Eleonora e Cristina, quando a diretora era Mariza Galuppo), no Ulisses de Vasconcelos, Colégios Imagem e João Herculino.

PARA REFLETIR I

O Cientista Político Felipe Nunes, mineiro de Contagem, fundador do Instituto Quaest, está no ranking dos 100 mais influentes do marketing político do mundo, segundo a revista norte-americana Washington COMPOL. Em janeiro deste ano ele deu entrevista a Marcelo Tas, da TV Cultura em que fez um alerta aos políticos de todo o país: todas as pesquisas vem mostrando que de uns anos para cá, a cada eleição, que o povo se mostra mais atento ao que os ocupantes do poder estão fazendo; e quando notam que não estão trabalhando bem e nem sendo devidamente transparentes, dão respostas nas urnas, silenciosamente, sem aviso prévio.

PARA REFLETIR II

Enquanto Divinópolis (171.365 eleitores) elegeu em 2026 quatro deputados federais, um estadual, um senador e o governador do estado, Sete Lagoas (167.416 eleitores), não tem deputado federal desde Marcio Reinaldo, e vai continuar sem ter. Marcio trocou a Câmara em Brasília pela prefeitura em 2012.

PARA REFLETIR III

Em 2010, quando foi eleito pela última vez para o parlamento, Marcio Reinaldo teve impressionantes 50.578 votos só em Sete Lagoas: 46,04%. No total, foi eleito federal com 124.551 votos em todo o estado. Era um deputado atuante e encaminhava grande volume de verbas para as regiões onde era votado.

PARA REFLETIR IV

A atuação em Brasília garantiu a Marcio Reinaldo uma eleição tranquila para prefeito de Sete Lagoas em 2012, com 62,19% dos votos, obtendo um total de 68.473. Como decepcionou como chefe do executivo municipal, ficou em terceiro lugar na tentativa de reeleição em 2016. Viu despencar a sua votação para 16.851 votos (16,24%), atrás de Leone Maciel que teve 50.698 votos (48,85%) e Emílio de Vasconcelos, 33.848 votos (32,61%).

PARA REFLETIR V

Em 2022, Marcio Reinaldo tentou retornar à Câmara Federal, e uma nova derrota retumbante nas urnas. De deputado mais votado da história de Sete Lagoas, teve apenas 3.437 votos na cidade (2,93%) e um total de 8.679 no estado.

BEM NA FITA

Marquinhos Tameirão

Prefeito de Santana de Pirapama em primeiro mandato, que só entrou na política em função da morte precoce do irmão, Albertinho, poucos meses das eleições de 2024, Marquinhos Tameirão estreou bem como apoiador nas eleições de deputado em Minas. Seus candidatos foram reeleitos com folga: Pinheirinho (federal, PP, 151.981 votos) e Neilando Beirão (estadual, Republicanos, 151.981 votos). Newtinho Cardoso (federal, MDB, 93.759 votos) e Doorgal de Andrada (estadual, PP, 100.333 votos), com quem também tem grande sintonia também se reelegeram.

DESABAFO

Em vídeo publicado nas redes sociais, Duílio de Castro (PSB) demonstrou indignação por não ter sido eleito e destacou as possíveis perdas para Sete Lagoas e região com a ausência de um deputado federal com base política no município. “O resultado das urnas é soberano, mas suas consequências precisam ser discutidas. Porque não estamos falando apenas de votos, estamos falando de representatividade, investimentos e oportunidades para os próximos quatro anos”, afirmou. Segundo ele, cada parlamentar federal tem direito a R$ 280 milhões em emendas parlamentares durante o mandato.

PRESTAÇÃO DE CONTAS

Candidatas, candidatos e partidos políticos que concorreram no primeiro turno das Eleições 2026 têm até o dia 3 de novembro para encaminhar a prestação de contas final, por meio do sistema disponível no site do TRE-MG. Uma vez apresentado o pedido de registro de candidatura, torna-se obrigatória a apresentação da prestação de contas, ainda que a candidatura tenha sido indeferida, cassada, cancelada, tenha havido renúncia ou substituição.

MEMÓRIA POLÍTICA

Em agosto de 1993, o SETE DIAS registrou a solenidade realizada na Casa da Cultura que marcou a posse da nova diretoria da Fundação Municipal de Ensino Profissionalizante (Fumep). Na ocasião, o Dr. Afrânio Avelar assumiu a presidência da instituição, tendo o Dr. Talma Joffre de Vasconcelos como vice-presidente.

O evento reuniu importantes lideranças políticas da época. Na foto, aparecem o então prefeito de Sete Lagoas, Múcio Reis, ao lado do ex-prefeito de Belo Horizonte, Eduardo Azeredo, que seria eleito governador de Minas Gerais no ano seguinte, em 1994.